O Sport Club do Recife se posicionou sobre os fatos ocorridos durante a partida diante do Vasco em entrevista coletiva no início da noite deste domingo (16), na Ilha do Retiro. O presidente Yuri Romão e o vice-presidente de futebol, Augusto Carreras, pronunciaram-se sobre a provocação dos jogadores adversários, a omissão da arbitragem e a não continuidade da partida para os minutos em aberto a serem disputados, onde a Polícia Militar (PM) assegurou segurança à sequência do jogo.

“Vimos o constrangimento na cara do árbitro Raphael Claus ao dizer que não foi pênalti, ele afirmou isso para mim, para os atletas, para o técnico Claudinei Oliveira. Depois vimos jogadores que não têm preparo para vestir a camisa do Vasco indo provocar a torcida, balançando a genitália, jogando cadeira”, iniciou Augusto.

“Além disso, a Polícia Militar interveio, contornou a situação e o tenente coronel Washington assegurou que havia condições de prosseguir a partida, disse isso claramente, na minha frente, de dirigentes do Vasco. E inesperadamente o árbitro resolveu ir para o vestiário tomar a decisão dentro do vestiário”, seguiu o vice-presidente de futebol. 

“E dentro do vestiário ele chamou o comandante, os treinadores e um dirigente de cada time para comunicar que não iria prosseguir por questões de segurança, sendo que ele foi interrompido pelo tenente coronel que disse que a PM garantiria a continuidade. Mesmo assim, o árbitro alegou que não teria condições de seguir e resolveu encerrar o jogo de dentro do vestiário, com o Vasco dentro do vestiário e só o Sport em campo. É lamentável”, acrescentou.

Em relação aos próximos passos do Clube sobre os fatos ocorridos, Augusto Carreras ponderou e disse que a vice-presidência jurídica vai avaliar a situação para as possíveis medidas cabíveis, caso necessárias.

“Vamos avaliar junto ao jurídico o que vai ser adotado tanto quanto para ser ativo no processo quanto na defesa de, porventura, qualquer assunto que possa surgir para nos prejudicar”, resumiu, por fim.

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