Com contrato prorrogado com o Sport até dezembro de 2019, o goleiro Magrão chegou à sala de imprensa bastante sorridente, na reapresentação desta segunda-feira (25), na Ilha do Retiro. O “Paredão” comemorou o período de descanso devido à Copa do Mundo e se mostrou otimista quanto a seu futuro no Clube.

“O Sport achou melhor prorrogar o meu contrato, e está me dando mais uma oportunidade de estar fazendo o que mais gosto, que é jogar futebol e ajudar o clube. Quando teve a conversa com a diretoria não pensei duas vezes. Até mesmo porque ainda me vejo em boas condições e posso ajudar muito o Sport”, disse o ídolo rubro-negro.

Segundo o arqueiro, a pausa na tabela do Brasileirão foi providencial. “Se tivesse todo ano com certeza eu ia chegar aos 45 jogando”, brincou. “Quando você vem numa rotina muito forte de treinos e jogos dificilmente consegue manter o mesmo rendimento. Com essa parada você se recupera, dá um novo gás, e consegue se manter melhor”, emendou.

Magrão disse ainda que aproveitou para acompanhar bem a Copa do Mundo, sobretudo em relação aos goleiros. E que descansou bastante também a mente, curtindo a família. “Consegui assistir a um jogo do meu filho em São Paulo, nunca tinha visto ele atuar”, revelou.

COPA DO MUNDO

Ainda sobre o Mundial, o eterno camisa 1 leonino – e sempre bem humorado – foi questionado sobre a possibilidade de bater o recorde do também goleiro El-Hadary, do Egito, que se tornou o jogador mais velho em atuar em Copas do Mundo.

“É difícil (risos). Fico feliz em ver um goleiro chegando nessa idade na seleção e ainda pegando uma penalidade, batendo recorde. Para mim é muito legal ver isso porque é uma barreira quebrada. Ainda há uma barreira muito grande quando se chega a uma determinada idade. Eu estou com 41 anos, tem de ser com o pensamento de hoje, para chegar e pensar aos 45 tá difícil. Acho que até lá é difícil (risos)”, falou.